terça-feira, 21 de outubro de 2008
O grupo mostrou bastante segurança ao apresentar o trabalho, passando para a sala que dominava muito bem o assunto, souberam responder com clareza todas as perguntas elaboradas pela sala.
No decorrer do trabalho foram apresentados vários exemplos mesmo sem o material adequado para a apresentação devido problemas técnicos da faculdade.
Após a apresentação do tema as alunas aplicaram uma dinâmica onde os alunos deveriam elaborar um Editorial sobra a Crise Financeira, mesmo com a apresentação do grupo onde tivemos vários esclarecimentos sobre o assunto à sala não se sentiu preparada para fazer um editorial com o tema determinado, com isso os alunos reclamaram pelo fato da dinâmica ter sido aplicada em cima da hora, mesmo com reclamações o grupo prosseguiu com a dinâmica mostrando assim firmeza e determinação.
Concluímos que o grupo teve uma ótima apresentação, apesar de alguns contratempos devido a faculdade, o grupo foi muito elogiado tanto pela sala como também pelo professor José Roberto onde no final da apresentação fez as suas considerações finais.
Letycia, Carol e Silas.
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
COLUNA SOCIAL
Na última sexta-feira dia 10/10/2008, tivemos o privilégio de assistir a apresentação do grupo composto por Diego Henrique, Karina Helena e Renata, sobre “Coluna social”.
O grupo mostrou-se preparado para apresentação, sendo observado o amplo conhecimento sobre o tema e a preocupação em utilizar-se de recursos audiovisuais, para uma melhor transmissão da informação, como: notebook, cartolina, manuais de redação dos jornais Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo, além do projetor disponibilizado pela Universidade.
Para viabilizar exemplos o grupo utilizou-se de frases/textos com grande propriedade e ética, já que citaram o pertencente da citação.
Entendemos a ansiedade e o nervosismo que ocorre no momento da apresentação para grande parcela das pessoas. Entretanto, acreditamos que não podemos deixar de nos esquecer que quando participamos de um grupo, não existe a primeira pessoa do singular e sim a primeira pessoa do plural, ou seja, utilizamos-se da palavra “NÓS” para tudo que for referenciado ou pesquisado para o trabalho.
Dizemos isso, pois tivemos a impressão que apenas uma aluna desenvolveu o trabalho e não o grupo, por que em vários momentos da apresentação a mesma mencionava nas seguintes frases: “eu pesquisei”, “eu elaborei”, entre outras, e não citava o grupo.
Outro ponto a citar, as informações poderiam ser mais direcionadas aos profissionais de Relações Públicas. Por exemplo:
·Como é o relacionamento dos profissionais Relações Públicas com os colunistas?
·Quais ações que os Relações Públicas podem realizar para desperta o interesse do colunista?
·Poderiam mostrar o poder que um colunista tem de influenciar um leitor, podendo ser um aliado para aquela instituição ou representante da mesma.
Em suma, apesar de alguns contratempos individuais, o conteúdo apresentado foi satisfatório e de entendimento de todos, já que a sala não demonstrou nenhuma dúvida ou ressalva a fazer.
Parabenizamos o grupo pelo trabalho positivo frente a nós alunos.
Camila Bernardes, Luiz Cláudio e Vivian Montier
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Histórias em Quadrinhos.
A apresentação iniciou-se com abordagem das Histórias em Quadrinho no Mundo e no Brasil; a diferença e vantagens destas histórias no mundo corporativo (Institucionais), Jornalismo em Quadrinhos, dentre outros.
No decorrer da apresentação fora, observados detalhes e algumas falhas, como por exemplo, o uso de gírias: “né” , “iiii” e “ééé” antes do término das frases.
A aluna Giselli durante a sua apresentação não direcionou sua mensagem à sala de aula e sim à sua colega Cláudia; já Viviane realiza sua apresentação de forma tranqüila, segura e domina o assunto. A aluna Cláudia finaliza a apresentação com segurança e retrata objetividade no assunto.
Na apresentação dos slides havia uma história no rodapé e idem na margem superior. Fato curioso; esta imagem era para a leitura dos alunos ou apenas ilustração? Pois não permitiu ao público quais mensagens os personagens estavam transmitindo.
A dinâmica aplicada em sala de aula foi criativa, porém alguns alunos reclamaram devido a dificuldade da aplicação dos temas (guerra, natureza, mundo e conscientização) em transformá-los em histórias em quadrinhos.
Após o início da tarefa, alguns alunos se dispersaram e envolveu-se com outras atividades que não a sugerida inclusive fazendo uso do lap top e Orkut. Para concluir a dinâmica, os representantes de cada grupo foram à frente expor o trabalho realizado.
O primeiro grupo a se apresentar foi o da Karen, onde inicialmente a Daniele Coelho, se embaraçou quanto a explicação do tema e mostrou-se insegura, foi notório isto porque a aluna não ajudou a realizá-lo. O próximo grupo foi o da Aline, onde o assunto abordado é de suma importância para nossa sociedade: a conscientização dos fumantes, ou melhor, de suas “bitucas”.
O terceiro grupo a se apresentar foi o grupo da Karina Slumba que apresentou uma história em quadrinhos sobre Marte, de maneira interessante e muito colorida. Por último, o grupo da Karina Helena, onde a participação do colega Silas que realizou a história em quadrinhos de forma espontânea, sendo inclusive aclamado pelo público presente.
No final o professor José Roberto, alertou os alunos quanto a se preocuparem com o que vão produzir, “construir o universo do discurso relacionando-o com o que se produz”.
Andressa Custódio, Luciana Pita e Priscila Rondon
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Artigo de Opinião
Em 12/09/08, assistimos a apresentação do grupo que abordou o tema Artigo de Opinião. O grupo falou sobre as características, estrutura, a maneira correta de começar o artigo e quem pode desenvolvê-lo.
A apresentação foi objetiva, mas observamos a ausência de exemplos práticos que facilitaria o entendimento de um assunto que parece fácil porém complexo. Faltou ênfase na explicação do uso da ferramenta para o profissional de Relações Públicas sendo este um tópico importante para o entendimento dos alunos. Outro fator importante da apresentação foi à abordagem de um tópico de suma importância para o entendimento da sala que não foi bem destacado.
Acreditamos que a falta de recursos audiovisuais dificultaram o entendimento da sala, que não puderam gravar a mensagem passada. Constatamos que houve dificuldade dos alunos em executar a dinâmica proposta, pois segundo a apresentação para se desenvolver um artigo de opinião é necessário obter total domínio do assunto abordado. Na dinâmica em questão foram sorteadas duplas, o que fez com que o artigo fosse elaborado por pessoas que não se conheciam, ou seja, não tinham total conhecimento do “assunto abordado”.
Após a leitura de alguns artigos criados, podemos constatar a dificuldade em desenvolver um artigo de opinião sem torná-lo uma crônica.
No geral a apresentação foi boa, mas pecou em não ter se aprofundado em questões realmente importantes para um profissional de RP, como a análise de conteúdo do artigo e onde e porque devemos usá-lo.
Observamos o nervosismo na apresentação, mas acreditamos que uma alternativa para todos é fazer uma leitura prévia e um maior aprofundamento do assunto. Pois o mercado é critico e muito exigente.
Para o grupo, uma dica: É necessário se soltar e deixar o papel um pouco de lado, para isso estudar previamente a apresentação; Cuidado com vícios de linguagem, e ter segurança em si próprio; Articular melhor as palavras e se impor na apresentação para mostrar o conteúdo com clareza.
Aline, Camila e Madeleine
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
OMBUDSMAN E ENTREVISTA - TEREZA RANGEL
Como surgiu a oportunidade de ingressar nessa carreira?
O UOL, por ser uma empresa cujo presidente também preside a Folha, primeiro jornal brasileiro a ter ombudsman, há muito tempo pensava em ter a função. Quando houve a decisão de implementar o cargo, em junho do ano passado, fui convidada e aceitei. Fiquei um ano no cargo e não renovei o mandato.
Qual é a função do ombudsman?
Numa empresa de mídia, como o UOL, é atuar como advogado do leitor. O ombudsman faz a ponte entre o público e a Redação do UOL, em assuntos relativos à qualidade, acuidade e isenção jornalística. Para tanto, ele deve receber, investigar e encaminhar críticas e sugestões dos internautas às áreas responsáveis e sempre que possível responder ao público.
A função de ombudsman muda conforme o ramo de atividade da empresa?
Não existe um único modelo a ser seguido para ombudsmans Há outros modelos, como os de banco (obrigatórios por lei), que também têm por objetivo ouvir o cliente, mas atuam como última instância.
Qual é o objetivo do UOL com os serviços de ombudsman?
O UOL quer que a voz do internauta chegue à Redação e busca melhorar a qualidade do conteúdo que oferece.
Como foi a relação com a empresa, já que o ombudsman exerce a função de crítico?
Foi uma relação tensa, porém de respeito mútuo. Tive total liberdade para falar, ou não, sobre os assuntos que eu julguei importantes.
Qual era o procedimento adotado por você ao receber uma crítica?
Encaminhei 100% das críticas que chegaram e procurei responder pessoalmente a todas relativas ao conteúdo. Algumas vezes, as áreas da empresa demoravam a responder e eu tinha de cobrar respostas. Quando o assunto era levado ao blog, sempre dei a chance da Redação ou outras áreas da empresa se pronunciar.
Quais eram suas metas como ombudsman?
Meu principal objetivo era implementar o cargo, de modo que o público e o UOL vissem sentido nele e mantivessem o cargo ao longo do tempo.
Houveram dificuldades?
A principal dificuldade para exercer o cargo é o desconforto em criticar publicamente o trabalho alheio.
O ombudsman é contratado como empregado ou prestador de serviços?
Há os dois modelos: no anglo-saxão (adotado pelo UOL e Folha), há prevalência de contratados. Já na Europa e América Latina, o que prevalece são os frilas. Há quem trabalhe em casa ou na empresa.
A função do ombudsman é independente em relação às outras áreas da empresa?
A maioria dos ombusdmans devem ter independência em relação à Redação. Os (poucos) que encontrei ligados à Redação fazem parte da direção e têm poder deliberativo. Alguns acumulam o cargo com o de diretor de redação ou o equivalente a secretário de redação. Argumentaram que, por terem poder de vetar reportagens mal-apuradas e exigir correções, têm um trabalho mais efetivo na busca de qualidade. Claro que não disseram o que fazem quando eles cometem erros... Nesses casos, por certo, não têm crítica pública.
Como funciona a questão do mandato e estabilidade?
A maior parte (quando tem) tem mandatos maiores do que dois anos e sem prazo final de renovação. Há ombudsman no cargo há 5, 10 anos até. Há quem defenda que quanto mais tempo no cargo, melhor será o exercício de sua função. É regra dar estabilidade no cargo, mas não é regra absoluta dar estabilidade pós-exercício do cargo.
Qual sua visão quanto à função de ombudsman no Brasil? E no exterior?
De que se tenha notícia, na internet, apenas iG e UOL têm ombudsman de conteúdo, portanto não há modelos em que se basear. No mundo, o número de ombudsmans de jornais, revistas, televisão, rádio e Internet estão em cerca de 100 profissionais. Não é uma função em crescimento. A crise financeira nos EUA e a fusão de grupos de mídia têm feito com que caia o número de profissionais. Nos EUA, ombudsmans têm deixado o cargo para serem incorporados à Redação, que tem demitido gente, e na Europa, fusão de grupos faz com que um ombudsman passe a trabalhar para vários jornais de um mesmo grupo.
Desde já, em nome dos alunos do 6º Semestre de Relações Públicas da faculdade Unisant’anna gostaríamos de agradecer a Tereza Rangel, por abrir nossos horizontes em relação à profissão de ombudsman pouco divulgado no Brasil.
Eliana Nogueira / Luiz Claudio
domingo, 7 de setembro de 2008
Textos/Colunas Humorísticos
Através da história dos textos humorísticos podemos perceber que há muito tempo isso ocorre oficialmente, como fazia o bobo da corte, que se não fosse talentoso o suficiente poderia ter sua cabeça cortada. Ao contrário do que se pensa, o humor não tem nada de brincadeira em alguns momentos e trata de assuntos sérios, porém de maneira capaz de atrair leitores e espectadores, juizando valores, ressaltando preconceitos, retratando nosso cotidiano e negritando problemas da sociedade, fazendo nos identificarmos nessas piadas, ou seja, rirmos de nós mesmos.
É de extrema relevância mencionar a relação dos temas apresentados com a nossa área de atuação, como foi assim referido nesta apresentação. O texto humorístico pode ser um meio de comunicar-se dentro de uma empresa, mas é uma “faca de dois gumes”, e precisa ser cuidadosamente pensado como, quando e onde utilizá-lo. A linguagem e o conteúdo dos textos humorísticos são freqüentemente encontrados nos corredores das empresas, na famosa rádio-pião e o Professor José Roberto de Andrade nos propôs refletir sobre a necessidade de oficializar isso. Levar essas brincadeiras para as comunicações formais da organização. Fica aqui mais uma proposta, ao fazer clipagem ou desk-research, verificar o que os grandes humoristas dizem a respeito.
O conteúdo apresentado também serviu para deixar claro como as construções gramaticais são diferentes, os vários níveis que compõem os textos humorísticos e seus respectivos exemplos. Os vídeos apresentados foram de grande valia para exemplificar como são tratados nas piadas, assuntos da realidade nos textos humorísticos, e em especial o vídeo sobre o pleonasmo, que enfatizou a lingüística e nos mostrou como erramos diversas vezes no dia-a-dia e não reparamos. Porém, a apresentação falhou em privilegiar o cômico e não a construção em si dos textos, que é o tema central destas apresentações. Algumas informações jornalísticas poderiam ter enriquecido a apresentação, citando ou divulgando alguns ícones do humor, como o escritor José Simão, colunista da Folha de São Paulo, ou personalidades como Juca Chávez, cantor e compositor, e Henfil, desenhista jornalista e escritor, entre estes muitos outros também.Outra informação interessante sobre o tema apresentado é a analise destes textos na mídia brasileira, que surgiram na ditadura, e foi sob a censura que se expandiu o chamado: jornalismo alternativo. Na época havia muito conteúdo a ser divulgado e encontraram no humor uma forma de dizer coisas sérias como se fossem banais, para não chamarem atenção e teve seu auge durante o último período militar.
Não é puro entretenimento. Disto se ocupam os mercadores de "tchans". Bundas, usa a estratégia clássica dos humoristas: avacalha, para dizer coisas sérias”.Ele também explica o porquê do nome: “Bundas, no logotipo e na proposta editorial, posiciona-se eticamente em oposição à revista Caras. Bundas acusa: Caras é a mídia oficial e mentirosa, o Brasil faz-de-conta das novelas da Globo, o ópio que embebeda o povo e o impede de tomar consciência de si mesmo. Ora, Caras não faz jornalismo. Caras apenas mostra como vivem os famosos, ou como os famosos querem que a gente pense que eles vivem. A burguesia brega de Caras, tomando sol e uísque à beira da piscina, é denunciada pela esquerda chique de Bundas, que faz o mesmo numa esquina chique de Ipanema (...) A simples existência de Bundas já é, em si, uma denúncia, com ou sem glúteos na capa. Mostra, descaradamente, que a nata do humor gráfico nacional, para poder publicar o que sabe fazer, foi obrigada a criar o seu próprio veículo, uma verdadeira Ilha de Bundas num mar de Caras.” Lamentavelmente, este tipo de veiculo não reinou e a Bundas faliu por má administração. Ainda é possível encontrar edições em sebos. A dinâmica deixou a desejar e não despertou muito interesse entre os colegas, apesar de ser individualmente engraçada. Além do que, não houve nenhum comentário sobre os pequenos textos e caricaturas entregues para os grupos.
HENFIL, do livro Diretas Já
*Para mais informações sobre o assunto:
http://www.centrocultural.sp.gov.br/gibiteca/henfil.htm
http://www.iscafaculdades.com.br/nucom/artigo_46.htm
http://letras.terra.com.br/juca-chaves/596302/
Karina, Cristiane, Karen, Diego, Dani,
Carla, Katty, Talita, Silmara.
Postado por Cristiane dos Santos, Diego Henrique,
Karina Helena e Katty Pacheco
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Entrevista Jornalística
Na última sexta-feira (29/08), assistimos a apresentação sobre o tema Entrevista Jornalística. De maneira geral a apresentação foi boa, mostraram quais as modalidades de uma entrevista, as dicas de preparo e os cuidados na hora de entrevistar, devendo apenas se aprofundar em alguns pontos.
Poderiam ter definido, por exemplo, o papel do Midia Training, que é uma das ferramentas de comunicação mais importantes da atualidade, porque oferece maior conhecimento das regras do jogo nos bastidores do jornalismo, a fim de preparar quem deseja se expor nos veículos de comunicação, ou seja, ensina os profissionais a lidarem com a imprensa e a se sairem bem em entrevistas, função que caberia à uma Relações Públicas.
Além da comunicação oral, é imprescindível que o porta-voz – seja ele do mundo corporativo ou da vida pública - conheça a linguagem e os formatos de cada meio para melhorar o relacionamento com os jornalistas. O contato estreito e permanente com a mídia proporciona benefícios mútuos: por um lado, facilita a divulgação dos serviços da instituição pública ou privada e, por outro, permite à imprensa o acesso rápido e seguro aos colaboradores que trabalham na corporação.
Foi apresentado apenas um exemplo de uma entrevista mal sucedida. Para uma melhor compreensão, poderiam ter dado mais exemplos e ainda ilustrado com entrevistas de sucesso.
Apesar da falta de equipamento, o grupo mostrou segurança na fala e domínio do assunto, olhando para os colegas quase o tempo todo. Analisando individualmente, Camila fala bem, mas um pouco rápido, o que dificultou o entendimento em alguns pontos. Luíz, apesar de falar pausadamente gesticula muito, aparentando nervosismo e Vivian transparece um pouco de insegurança, apesar de falar bem. Vicíos de linguagem como "ééé" e "tipo" também foram notados, mas atribui-se ao nervosismo comum nos seminários realizados em sala, e que podem ser corrigidos com um bom treino.
O tema foi fechado com uma dinâmica muito divertida, interessante e participativa. O exemplo de coletiva de imprensa, foi muito importante para mostrar como é comum que os entrevistados passem por situações difíceis e de improviso. O fato de trabalharmos com o tema em outra disciplina contribuiu muito para o desenvolvimento do trabalho proposta em sala.
Parabéns ao grupo!
Luciane Souza, Simone Bernardo e Vânia Lopes.