terça-feira, 18 de novembro de 2008

Notícia e reportagem

Inspiradas por sucessos da música brasileira que a sala animadamente entoava antes do início da aula, o grupo composto por Edlaine, Karina e Luciane, abordaram na última sexta-feira o tema Notícia e Reportagem, encerrando o nosso ciclo de apresentações desse bimestre.
Como mencionado pela Edlaine no início da aula, o assunto poderia parecer repetitivo uma vez que outros grupos já haviam tratado de temas semelhantes, porém, o grupo teve domínio sobre o assunto e demonstrou isso ao saber abordar as particularidades de ambos os temas.
Foram utilizados slides com os pontos principais dos tópicos apresentados, o que facilitou o entendimento e acompanhamento da apresentação pela classe.
Os exemplos trazidos pelo grupo ajudaram para que a sala pudesse compreender a diferença entre notícia e reportagem, e, além disso, a atividade proposta nos proporcionou um maior aprofundamento na diferenciação dos assuntos.
A sala mais uma vez demonstrou seu já tradicional bom humor de sexta-feira, e utilizou-se de exemplos criativos, como o da Srª Potomatti de Feira de Santana, para ilustrar o tema da aula.
Parabéns ao grupo pelo trabalho desenvolvido e também a sala pelas apresentações e participações nas atividades ao longo do semestre, com certeza foram aulas de grande aprendizado para todos.

Eliana, Daniele e Jéssica

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Coluna Politíco-Econômica

Na última sexta-feira, 07/11, o grupo composto por Cris, Katty e Evelyn apresentou o tema Coluna Político-Econômica.
As meninas iniciaram com a conceituação histórica do Jornalismo Econômico, seguiram com o nascimento da primeira coluna econômica e as necessidades que levaram ao desenvolvimento deste tipo de coluna fazendo-o se manter até hoje e citaram os principais profissionais que escrevem sobre estes temas.
Podemos destacar alguns pontos que enriqueceram a apresentação. Mostrar o diferencial da temática, a linguagem direcionada com termos técnicos utilizados pelos profissionais das áreas, foi importante, pois mostrou que este tipo de texto mesmo sendo divulgado, em sua grande maioria em veículos de massa, não está totalmente direcionado a ela, fugindo de seu princípio, o de informar a todos os acontecimentos do mundo político-econômico. Ainda falando de linguagem, foram destacados o uso de Economês, Politiquês, metáforas e eufemismo, elementos que contribuem para a falta de compreensão e entendimento do texto.
Outro ponto de relevância foi dizer que o profissional de Relações Públicas atua como um tradutor de discurso.
A atividade proposta, mesmo não atendendo ao conteúdo central do tema envolveu a sala, sendo bastante divertida.
Em alguns momentos percebemos a leitura do grupo o que causou a dispersão da sala, um ponto negativo foi a utilização de vícios de linguagem, como por exemplo: “Mo interessante”, em apresentações públicas, precisamos tomar cuidado para que esses vícios não afetem o entendimento do tema.
Em suma a apresentação foi boa, mas faltaram exemplos específicos para a sala ter um contato maior com a coluna, os termos técnicos lidos poderiam ter seus significados explicados e fornecidos pelo grupo à sala em um material de apoio, para que os alunos compreendessem melhor o texto.

Postado por Josi, Silmara e Talita

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

“Coluna Gastronômica”, um prato feito para o bom humor.

Vamos ficar atentos aos ingredientes:


- 2 xícaras de atenção para facilitar o aprendizado,
- Quitutes da Luciane,
- 1 porção de “biquinhos” a “La France” da Vânia,
- 1 Baby Bolo da Priscila,
- 1 Pesadelo da Aline.
- 5 Ovos Caipiras da Viviane,
- Inspire-se no chef camponês sueco da Renata e capriche na dose de bom humor.

Junte todos os ingredientes e leve ao fogo durante o segundo período de aula, em plena sexta–feira. Se você pensou que esta mistura passaria do ponto, enganou-se. A dupla responsável pela apresentação do tema “Coluna Gastronômica” deu conta do recado com coerência, dinamismo e muita descontração.

A conceituação das diferenças entre crítica e crônica, como também dos exemplos de veículos para divulgação, enriqueceu o conteúdo e facilitou o entendimento do assunto. A apresentação transmitiu confiança e credibilidade, porém, poderia ter uma exploração maior da utilização desta ferramenta pelo profissional de Relações Públicas, conforme o professor alertou. Essa abordagem foi levantada em muitas apresentações, como podemos constatar nos textos de ombudsman anteriores, aumentando a importância da inclusão deste aspecto na pesquisa.

A dinâmica foi diferente e criativa, a sala manteve-se envolvida e realizou a atividade com êxito. Todos os grupos apresentaram suas colunas e surgiram idéias inusitadas. Os representantes dos grupos apresentaram receitas de origens diferentes, algumas com várias versões, outros com características típicas regionais. Alguns alunos alertaram que a dupla poderia ter prestado um suporte maior durante o desenvolvimento da atividade.

Podemos concluir que esta foi uma aula envolvente, o que facilitou o entendimento do conteúdo, assim como devem ser todas as atividades desenvolvidas por nós, futuros profissionais de comunicação. Devemos buscar alternativas que despertem o interesse dos nossos públicos e transmitam as informações de forma clara e concisa, para que seja possível a obtenção dos objetivos propostos.


Parabéns a dupla!!


Carla, Dani Rosati e Karen

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Resenha Crítica

No dia 24 de Outubro o grupo formado pelas alunas Daniele Coelho, Eliana Nogueira e Jéssica Santos realizou uma apresentação sobre Resenha Crítica para a sala do 6º Semestre de Relações Públicas.

Em geral o grupo teve uma boa apresentação, pois mostrou domínio do conteúdo apresentado, falando pausadamente e respondendo os questionamentos da sala de forma objetiva. Foram utilizados materiais impressos para facilitar o entendimento dos ouvintes quanto ao conteúdo apresentado. No entanto, outros recursos poderiam ter ajudado na exposição do tema, como por exemplo, o uso da lousa para escrever os conceitos históricos da Resenha Crítica, visto que muitos alunos não conseguiram acompanhar/registrar o que foi dito por uma das expositoras.
Contudo, o grupo conseguiu prender a atenção de todos durante a dinâmica e mostrou seu diferencial de aula ao apresentar duas propostas de atividades, deixando a critério de cada grupo escolher o que mais lhe agregaria conhecimento e absorção do tema abordado.

Desta forma foi possível perceber que cada grupo da sala pode surpreender e apresentar com domínio e criatividade temas importantes para nossa formação acadêmica. Cabe a cada um de nós valorizar estes momentos.

Parabéns ao grupo,
Abraços,
Claudia, Giselli e Viviane.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Na última sexta-feira dia 17/10/2008 o grupo representado pelas alunas, Talita Freitas, Silmara Pottomati e Joseane Andrade apresentaram o trabalho com o Tema Editorial.
O grupo mostrou bastante segurança ao apresentar o trabalho, passando para a sala que dominava muito bem o assunto, souberam responder com clareza todas as perguntas elaboradas pela sala.
No decorrer do trabalho foram apresentados vários exemplos mesmo sem o material adequado para a apresentação devido problemas técnicos da faculdade.
Após a apresentação do tema as alunas aplicaram uma dinâmica onde os alunos deveriam elaborar um Editorial sobra a Crise Financeira, mesmo com a apresentação do grupo onde tivemos vários esclarecimentos sobre o assunto à sala não se sentiu preparada para fazer um editorial com o tema determinado, com isso os alunos reclamaram pelo fato da dinâmica ter sido aplicada em cima da hora, mesmo com reclamações o grupo prosseguiu com a dinâmica mostrando assim firmeza e determinação.
Concluímos que o grupo teve uma ótima apresentação, apesar de alguns contratempos devido a faculdade, o grupo foi muito elogiado tanto pela sala como também pelo professor José Roberto onde no final da apresentação fez as suas considerações finais.


Letycia, Carol e Silas.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

COLUNA SOCIAL


Na última sexta-feira dia 10/10/2008, tivemos o privilégio de assistir a apresentação do grupo composto por Diego Henrique, Karina Helena e Renata, sobre “Coluna social”.

O grupo mostrou-se preparado para apresentação, sendo observado o amplo conhecimento sobre o tema e a preocupação em utilizar-se de recursos audiovisuais, para uma melhor transmissão da informação, como: notebook, cartolina, manuais de redação dos jornais Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo, além do projetor disponibilizado pela Universidade.

Para viabilizar exemplos o grupo utilizou-se de frases/textos com grande propriedade e ética, já que citaram o pertencente da citação.

Entendemos a ansiedade e o nervosismo que ocorre no momento da apresentação para grande parcela das pessoas. Entretanto, acreditamos que não podemos deixar de nos esquecer que quando participamos de um grupo, não existe a primeira pessoa do singular e sim a primeira pessoa do plural, ou seja, utilizamos-se da palavra “NÓS” para tudo que for referenciado ou pesquisado para o trabalho.

Dizemos isso, pois tivemos a impressão que apenas uma aluna desenvolveu o trabalho e não o grupo, por que em vários momentos da apresentação a mesma mencionava nas seguintes frases: “eu pesquisei”, “eu elaborei”, entre outras, e não citava o grupo.

Outro ponto a citar, as informações poderiam ser mais direcionadas aos profissionais de Relações Públicas. Por exemplo:

·Como é o relacionamento dos profissionais Relações Públicas com os colunistas?


·Quais ações que os Relações Públicas podem realizar para desperta o interesse do colunista?

·Poderiam mostrar o poder que um colunista tem de influenciar um leitor, podendo ser um aliado para aquela instituição ou representante da mesma.

Em suma, apesar de alguns contratempos individuais, o conteúdo apresentado foi satisfatório e de entendimento de todos, já que a sala não demonstrou nenhuma dúvida ou ressalva a fazer.
Parabenizamos o grupo pelo trabalho positivo frente a nós alunos.

Camila Bernardes, Luiz Cláudio e Vivian Montier

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Histórias em Quadrinhos.

Na última sexta-feira, dia 19/09 o tema abordado pelo grupo das alunas Cláudia, Viviane e Giselli foi Histórias em Quadrinhos.

A apresentação iniciou-se com abordagem das Histórias em Quadrinho no Mundo e no Brasil; a diferença e vantagens destas histórias no mundo corporativo (Institucionais), Jornalismo em Quadrinhos, dentre outros.

No decorrer da apresentação fora, observados detalhes e algumas falhas, como por exemplo, o uso de gírias: “né” , “iiii” e “ééé” antes do término das frases.

A aluna Giselli durante a sua apresentação não direcionou sua mensagem à sala de aula e sim à sua colega Cláudia; já Viviane realiza sua apresentação de forma tranqüila, segura e domina o assunto. A aluna Cláudia finaliza a apresentação com segurança e retrata objetividade no assunto.

Na apresentação dos slides havia uma história no rodapé e idem na margem superior. Fato curioso; esta imagem era para a leitura dos alunos ou apenas ilustração? Pois não permitiu ao público quais mensagens os personagens estavam transmitindo.

A dinâmica aplicada em sala de aula foi criativa, porém alguns alunos reclamaram devido a dificuldade da aplicação dos temas (guerra, natureza, mundo e conscientização) em transformá-los em histórias em quadrinhos.

Após o início da tarefa, alguns alunos se dispersaram e envolveu-se com outras atividades que não a sugerida inclusive fazendo uso do lap top e Orkut. Para concluir a dinâmica, os representantes de cada grupo foram à frente expor o trabalho realizado.

O primeiro grupo a se apresentar foi o da Karen, onde inicialmente a Daniele Coelho, se embaraçou quanto a explicação do tema e mostrou-se insegura, foi notório isto porque a aluna não ajudou a realizá-lo. O próximo grupo foi o da Aline, onde o assunto abordado é de suma importância para nossa sociedade: a conscientização dos fumantes, ou melhor, de suas “bitucas”.

O terceiro grupo a se apresentar foi o grupo da Karina Slumba que apresentou uma história em quadrinhos sobre Marte, de maneira interessante e muito colorida. Por último, o grupo da Karina Helena, onde a participação do colega Silas que realizou a história em quadrinhos de forma espontânea, sendo inclusive aclamado pelo público presente.

No final o professor José Roberto, alertou os alunos quanto a se preocuparem com o que vão produzir, “construir o universo do discurso relacionando-o com o que se produz”.


Andressa Custódio, Luciana Pita e Priscila Rondon

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Artigo de Opinião

Em 12/09/08, assistimos a apresentação do grupo que abordou o tema Artigo de Opinião. O grupo falou sobre as características, estrutura, a maneira correta de começar o artigo e quem pode desenvolvê-lo.

A apresentação foi objetiva, mas observamos a ausência de exemplos práticos que facilitaria o entendimento de um assunto que parece fácil porém complexo. Faltou ênfase na explicação do uso da ferramenta para o profissional de Relações Públicas sendo este um tópico importante para o entendimento dos alunos. Outro fator importante da apresentação foi à abordagem de um tópico de suma importância para o entendimento da sala que não foi bem destacado.

Acreditamos que a falta de recursos audiovisuais dificultaram o entendimento da sala, que não puderam gravar a mensagem passada. Constatamos que houve dificuldade dos alunos em executar a dinâmica proposta, pois segundo a apresentação para se desenvolver um artigo de opinião é necessário obter total domínio do assunto abordado. Na dinâmica em questão foram sorteadas duplas, o que fez com que o artigo fosse elaborado por pessoas que não se conheciam, ou seja, não tinham total conhecimento do “assunto abordado”.

Após a leitura de alguns artigos criados, podemos constatar a dificuldade em desenvolver um artigo de opinião sem torná-lo uma crônica.

No geral a apresentação foi boa, mas pecou em não ter se aprofundado em questões realmente importantes para um profissional de RP, como a análise de conteúdo do artigo e onde e porque devemos usá-lo.

Observamos o nervosismo na apresentação, mas acreditamos que uma alternativa para todos é fazer uma leitura prévia e um maior aprofundamento do assunto. Pois o mercado é critico e muito exigente.

Para o grupo, uma dica: É necessário se soltar e deixar o papel um pouco de lado, para isso estudar previamente a apresentação; Cuidado com vícios de linguagem, e ter segurança em si próprio; Articular melhor as palavras e se impor na apresentação para mostrar o conteúdo com clareza.



Aline, Camila e Madeleine

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

OMBUDSMAN E ENTREVISTA - TEREZA RANGEL

É sempre bom conhecer mais, investigar, ir mais a fundo, experimentar. Para desenvolver e compreender melhor os temas ombudsman e entrevista, procuramos Tereza Rangel, 42 anos, jornalista formada pela USP, estudou história, fez pós-graduação em gestão empresarial pela FGV. Ex-ombudsman do UOL, já trabalhou em veículos como: Enclyclopaedia Britannica, Revista Capricho, Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo e, nessa entrevista exclusiva, ela fala sobre sua experiência como ombudsman do UOL e como funciona a atividade no Brasil e no Mundo.

Como surgiu a oportunidade de ingressar nessa carreira?

O UOL, por ser uma empresa cujo presidente também preside a Folha, primeiro jornal brasileiro a ter ombudsman, há muito tempo pensava em ter a função. Quando houve a decisão de implementar o cargo, em junho do ano passado, fui convidada e aceitei. Fiquei um ano no cargo e não renovei o mandato.

Qual é a função do ombudsman?

Numa empresa de mídia, como o UOL, é atuar como advogado do leitor. O ombudsman faz a ponte entre o público e a Redação do UOL, em assuntos relativos à qualidade, acuidade e isenção jornalística. Para tanto, ele deve receber, investigar e encaminhar críticas e sugestões dos internautas às áreas responsáveis e sempre que possível responder ao público.

A função de ombudsman muda conforme o ramo de atividade da empresa?

Não existe um único modelo a ser seguido para ombudsmans Há outros modelos, como os de banco (obrigatórios por lei), que também têm por objetivo ouvir o cliente, mas atuam como última instância.

Qual é o objetivo do UOL com os serviços de ombudsman?

O UOL quer que a voz do internauta chegue à Redação e busca melhorar a qualidade do conteúdo que oferece.

Como foi a relação com a empresa, já que o ombudsman exerce a função de crítico?

Foi uma relação tensa, porém de respeito mútuo. Tive total liberdade para falar, ou não, sobre os assuntos que eu julguei importantes.

Qual era o procedimento adotado por você ao receber uma crítica?

Encaminhei 100% das críticas que chegaram e procurei responder pessoalmente a todas relativas ao conteúdo. Algumas vezes, as áreas da empresa demoravam a responder e eu tinha de cobrar respostas. Quando o assunto era levado ao blog, sempre dei a chance da Redação ou outras áreas da empresa se pronunciar.

Quais eram suas metas como ombudsman?

Meu principal objetivo era implementar o cargo, de modo que o público e o UOL vissem sentido nele e mantivessem o cargo ao longo do tempo.

Houveram dificuldades?

A principal dificuldade para exercer o cargo é o desconforto em criticar publicamente o trabalho alheio.

O ombudsman é contratado como empregado ou prestador de serviços?

Há os dois modelos: no anglo-saxão (adotado pelo UOL e Folha), há prevalência de contratados. Já na Europa e América Latina, o que prevalece são os frilas. Há quem trabalhe em casa ou na empresa.

A função do ombudsman é independente em relação às outras áreas da empresa?

A maioria dos ombusdmans devem ter independência em relação à Redação. Os (poucos) que encontrei ligados à Redação fazem parte da direção e têm poder deliberativo. Alguns acumulam o cargo com o de diretor de redação ou o equivalente a secretário de redação. Argumentaram que, por terem poder de vetar reportagens mal-apuradas e exigir correções, têm um trabalho mais efetivo na busca de qualidade. Claro que não disseram o que fazem quando eles cometem erros... Nesses casos, por certo, não têm crítica pública.

Como funciona a questão do mandato e estabilidade?

A maior parte (quando tem) tem mandatos maiores do que dois anos e sem prazo final de renovação. Há ombudsman no cargo há 5, 10 anos até. Há quem defenda que quanto mais tempo no cargo, melhor será o exercício de sua função. É regra dar estabilidade no cargo, mas não é regra absoluta dar estabilidade pós-exercício do cargo.

Qual sua visão quanto à função de ombudsman no Brasil? E no exterior?

De que se tenha notícia, na internet, apenas iG e UOL têm ombudsman de conteúdo, portanto não há modelos em que se basear. No mundo, o número de ombudsmans de jornais, revistas, televisão, rádio e Internet estão em cerca de 100 profissionais. Não é uma função em crescimento. A crise financeira nos EUA e a fusão de grupos de mídia têm feito com que caia o número de profissionais. Nos EUA, ombudsmans têm deixado o cargo para serem incorporados à Redação, que tem demitido gente, e na Europa, fusão de grupos faz com que um ombudsman passe a trabalhar para vários jornais de um mesmo grupo.


Desde já, em nome dos alunos do 6º Semestre de Relações Públicas da faculdade Unisant’anna gostaríamos de agradecer a Tereza Rangel, por abrir nossos horizontes em relação à profissão de ombudsman pouco divulgado no Brasil.

Eliana Nogueira / Luiz Claudio

domingo, 7 de setembro de 2008

Textos/Colunas Humorísticos

Por que rimos da desgraça alheia?
Através da história dos textos humorísticos podemos perceber que há muito tempo isso ocorre oficialmente, como fazia o bobo da corte, que se não fosse talentoso o suficiente poderia ter sua cabeça cortada. Ao contrário do que se pensa, o humor não tem nada de brincadeira em alguns momentos e trata de assuntos sérios, porém de maneira capaz de atrair leitores e espectadores, juizando valores, ressaltando preconceitos, retratando nosso cotidiano e negritando problemas da sociedade, fazendo nos identificarmos nessas piadas, ou seja, rirmos de nós mesmos.


A apresentação da última sexta-feira mostrou um vasto conteúdo pesquisado, mas não conseguiu transmitir a totalidade das informações. As falas foram muito rápidas, o que ocorre na maioria das apresentações, e nem tudo o que é dito de importante, consta nos slides, não dando a devida pausa para os que estão assistindo assimilarem toda a explicação.
É de extrema relevância mencionar a relação dos temas apresentados com a nossa área de atuação, como foi assim referido nesta apresentação. O texto humorístico pode ser um meio de comunicar-se dentro de uma empresa, mas é uma “faca de dois gumes”, e precisa ser cuidadosamente pensado como, quando e onde utilizá-lo. A linguagem e o conteúdo dos textos humorísticos são freqüentemente encontrados nos corredores das empresas, na famosa rádio-pião e o Professor José Roberto de Andrade nos propôs refletir sobre a necessidade de oficializar isso. Levar essas brincadeiras para as comunicações formais da organização. Fica aqui mais uma proposta, ao fazer clipagem ou desk-research, verificar o que os grandes humoristas dizem a respeito.


O conteúdo apresentado também serviu para deixar claro como as construções gramaticais são diferentes, os vários níveis que compõem os textos humorísticos e seus respectivos exemplos. Os vídeos apresentados foram de grande valia para exemplificar como são tratados nas piadas, assuntos da realidade nos textos humorísticos, e em especial o vídeo sobre o pleonasmo, que enfatizou a lingüística e nos mostrou como erramos diversas vezes no dia-a-dia e não reparamos. Porém, a apresentação falhou em privilegiar o cômico e não a construção em si dos textos, que é o tema central destas apresentações. Algumas informações jornalísticas poderiam ter enriquecido a apresentação, citando ou divulgando alguns ícones do humor, como o escritor José Simão, colunista da Folha de São Paulo, ou personalidades como Juca Chávez, cantor e compositor, e Henfil, desenhista jornalista e escritor, entre estes muitos outros também.
Outra informação interessante sobre o tema apresentado é a analise destes textos na mídia brasileira, que surgiram na ditadura, e foi sob a censura que se expandiu o chamado: jornalismo alternativo. Na época havia muito conteúdo a ser divulgado e encontraram no humor uma forma de dizer coisas sérias como se fossem banais, para não chamarem atenção e teve seu auge durante o último período militar.


Em 1999, surgiu um veículo alternativo ao que se estava sendo divulgado aos leitores pela mídia, mas com a proposta de fazer isso com humor, a revista Bundas. O cartunista João Spacca diz exatamente, para que existe o texto humorístico e o que a revista pretendia no seu lançamento: “Bundas, não se iludam com o nome, tem um compromisso ético com seus leitores. Não é puro entretenimento. Disto se ocupam os mercadores de "tchans". Bundas, usa a estratégia clássica dos humoristas: avacalha, para dizer coisas sérias”.Ele também explica o porquê do nome: “Bundas, no logotipo e na proposta editorial, posiciona-se eticamente em oposição à revista Caras. Bundas acusa: Caras é a mídia oficial e mentirosa, o Brasil faz-de-conta das novelas da Globo, o ópio que embebeda o povo e o impede de tomar consciência de si mesmo. Ora, Caras não faz jornalismo. Caras apenas mostra como vivem os famosos, ou como os famosos querem que a gente pense que eles vivem. A burguesia brega de Caras, tomando sol e uísque à beira da piscina, é denunciada pela esquerda chique de Bundas, que faz o mesmo numa esquina chique de Ipanema (...) A simples existência de Bundas já é, em si, uma denúncia, com ou sem glúteos na capa. Mostra, descaradamente, que a nata do humor gráfico nacional, para poder publicar o que sabe fazer, foi obrigada a criar o seu próprio veículo, uma verdadeira Ilha de Bundas num mar de Caras.” Lamentavelmente, este tipo de veiculo não reinou e a Bundas faliu por má administração. Ainda é possível encontrar edições em sebos.


A dinâmica deixou a desejar e não despertou muito interesse entre os colegas, apesar de ser individualmente engraçada. Além do que, não houve nenhum comentário sobre os pequenos textos e caricaturas entregues para os grupos.



Pequenas falhas, alguns acertos e um conteúdo que parece ser fácil, mas é de difícil abordagem e explicação, porém segue a dica para que cada um se aprofunde por si só, não apenas neste tema, mas em todos os demais.




"Se não houver frutos
Valeu a beleza das flores
Se não houver flores
Valeu a sombra das folhas
Se não houver folhas
Valeu a intenção da semente"
HENFIL, do livro Diretas Já







Karina, Cristiane, Karen, Diego, Dani,

Carla, Katty, Talita, Silmara.



Postado por Cristiane dos Santos, Diego Henrique,

Karina Helena e Katty Pacheco

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Entrevista Jornalística
Olá,

Na última sexta-feira (29/08), assistimos a apresentação sobre o tema Entrevista Jornalística. De maneira geral a apresentação foi boa, mostraram quais as modalidades de uma entrevista, as dicas de preparo e os cuidados na hora de entrevistar, devendo apenas se aprofundar em alguns pontos.

Poderiam ter definido, por exemplo, o papel do Midia Training, que é uma das ferramentas de comunicação mais importantes da atualidade, porque oferece maior conhecimento das regras do jogo nos bastidores do jornalismo, a fim de preparar quem deseja se expor nos veículos de comunicação, ou seja, ensina os profissionais a lidarem com a imprensa e a se sairem bem em entrevistas, função que caberia à uma Relações Públicas.

Além da comunicação oral, é imprescindível que o porta-voz – seja ele do mundo corporativo ou da vida pública - conheça a linguagem e os formatos de cada meio para melhorar o relacionamento com os jornalistas. O contato estreito e permanente com a mídia proporciona benefícios mútuos: por um lado, facilita a divulgação dos serviços da instituição pública ou privada e, por outro, permite à imprensa o acesso rápido e seguro aos colaboradores que trabalham na corporação.

Foi apresentado apenas um exemplo de uma entrevista mal sucedida. Para uma melhor compreensão, poderiam ter dado mais exemplos e ainda ilustrado com entrevistas de sucesso.

Apesar da falta de equipamento, o grupo mostrou segurança na fala e domínio do assunto, olhando para os colegas quase o tempo todo. Analisando individualmente, Camila fala bem, mas um pouco rápido, o que dificultou o entendimento em alguns pontos. Luíz, apesar de falar pausadamente gesticula muito, aparentando nervosismo e Vivian transparece um pouco de insegurança, apesar de falar bem. Vicíos de linguagem como "ééé" e "tipo" também foram notados, mas atribui-se ao nervosismo comum nos seminários realizados em sala, e que podem ser corrigidos com um bom treino.

O tema foi fechado com uma dinâmica muito divertida, interessante e participativa. O exemplo de coletiva de imprensa, foi muito importante para mostrar como é comum que os entrevistados passem por situações difíceis e de improviso. O fato de trabalharmos com o tema em outra disciplina contribuiu muito para o desenvolvimento do trabalho proposta em sala.

Parabéns ao grupo!

Luciane Souza, Simone Bernardo e Vânia Lopes.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Ombudsman

Na última sexta feira Evilyn e eu sentimos na pele o que é analisar, observar, ler a linguagem corporal de nossos colegas e expressar tudo que coletamos em alguns parágrafos.

O conteúdo da apresentação foi sobre Ombudsman, interessante entender sobre o que iríamos assistir naquele momento. O nervosismo do grupo pairava no ar, ficando evidente na gagueira, risos nervosos e falhas na pronuncia de algumas palavras, atitude normal em qualquer apresentação. Tornou-se massante esperar pela montagem do equipamento visual, onde a demora chegou aos 25 minutos. As vozes se misturavam e a desconcentração da sala já mostrava seus sinais, risadas, conversas e nada de iniciar os trabalhos. O professor se tornou um dos integrantes da sala, quieto, observador, um Ombudsman oculto nos pensamentos.

A longa espera para o início da apresentação chega ao final, mesmo assim esse "pequeno impedimento" demorou quase uma aula, lembrando que todo a estrutura para a apresentação foi pedida pelo grupo e professor antecipadamente.
Já no início da apresentação algumas falhas do grupo começam a transparecer. A primeira que soou estridente aos nossos ouvidos foi a troca do nome do primeiro Ombudsman da imprensa brasileira, Caio Túlio Costa e não Cássio como foi dito com convicção por uma das palestrantes . Outra falha grotesca foi quando uma das palestrantes ao falar de Vera Giagrande soltou a seguinte frase: “Essa é ela, mas já morreu”. O Curso forma Relações Públicas e não piadistas mórbidos, e com certeza se o conteúdo fosse utilizado em uma entrevista de emprego, ou palestra profissional, a candidata seria descartada.

Em diversas vezes, a sala demonstrou impaciência e falta de interesse no que estava sendo mostrado. Em outra situação, uma das alunas levantou a mão para referir-se a algo que lembrou ou gostaria de perguntar. A palestrante saiu-se bem ao dizer que esta esperasse, mas não retornou ao final para perguntar a aluna qual era sua dúvida. Deve-se prestar atenção nessas pequenas falhas, pois um questionamento mal resolvido hoje pode se tornar um problema amanhã.

A dinâmica que o grupo criou foi na medida certa começando pelo nome “E você, gostaria de ser um Ombudsman”? Alguns alunos chamaram a atenção pela vontade de se expressar, como foi o caso do aluno Luíz, disparando a frase que não será esquecida: “Eu pediria que o cliente visitaria minha loja”, ou Madeleine, que colocou a Rede TV como a TV das classes C,D,E. Ao final da "brincadeira", todos que particparam riram e perceberam seus erros.

Referente à Rede TV, o canal não consiste só em programas populares. O Olhar Digital que passa aos domingos é um dos programas mais vistos pelos executivos de TI e profissionais de comunicação do setor, e o programa João Dória Jr, apresenta entrevistas sérias referente às notícias atuais das grandes empresas. Não podemos rotular algo sem ver o contexto geral.

O professor José Roberto, no decorrer da aula passada informou sobre o erro de resposta da aluna Karen ao ser questionada sobre um problema no estoque de frutas do Supermercado Pão de Açúcar, e o que ela faria se fosse Ombudsman da empresa. Ela respondeu que “aumentaria o estoque para deter a deteriorização dos produtos”, mas percebeu que também estava errada. A idéia da “brincadeira” mostra que devemos levar a sério toda resposta ou estratégia que iremos fornecer aos clientes e a mídia. Estar preparado para isso é essencial.

Logo em seguida foi apresentado o um trecho do filme Obrigado por Fumar. No início ficou confuso para alguns presentes, mas aos poucos os interessados se mostraram atentos.

Ao final da aula, algumas alunas chamaram nossa atenção ao dizer que uma das palestrantes em repetidas vezes qualificou o Ombudsman como pró-ativo, facilitador e mediador. Mas vamos ser realistas, quem nunca errou ou repetiu algo diversas vezes por um momento de tensão ou nervoso atire uma pedra. O importante que as palestrantes não fugiram do objetivo do trabalho.

Sobre os conteúdos que foram inseridos no Blog do Blá e Língua Afiada, realmente o curto tempo não deixou que analíse fosse aprofundada. Em base, o conteúdo das palestrantes inseridos no Blog foi o mesmo texto da apresentação, e o conteúdo "Língua Afiada" mostrou entendimento de início mas no decorrer do texto começou a ficar imcompreensível. Quanto mais fácil a linguagem melhor a comunicação e os questionamentos.

Finalizando, o trabalho mostrou o conteúdo esperado e apesar de percalços técnicos que somente a Universidade pode solucionar, foi interessante e positivo. Não podemos esquecer que tudo isso é um laboratório e a cada dia esse aprendizado valerá para nosso futuro profissional.

Renata 3º ano Relações Públicas Unisant'Anna.